Pedi para o ChatGPT criar a capa do meu livro

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Eis minha reunião de trabalho com o GePeTo (ignorem erros porque estava no celular; também não tentem entender minha relação de amor/ódio com a ferramenta):

Você disse:

Crie a capa de um livro chamado Filipa. É um livro sobre precarização de trabalho, empreendedorismo tóxico e relacionamentos abusivos

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O ChatGPT disse:

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Você disse:

Que sem graça, seu wall-e sem graça. Quero que gere uma capa com uma imagem que remeta ao que falei. Só quero Filipa de texto.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Que porra de capa escrota. O livro é dentro do universo do marketing digital. Filipa é a femme fatale. O protagonista é um homem desempregado que é seduzido para fazer um atentado em um grande evento de marketing.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Tente uma versão com uma imagem ou símbolo apenas. Quero predominância da cor vermelha. Pensei no ambiente corporativo, em eventos de marketing que mais parecem um culto evangélico etc

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Gostei muito desse conceito. Me explique o que pensou nele além de declarar para todo mundo que eu sou comunista.

O ChatGPT disse:

Que bom que você curtiu! Essa capa foi pensada para transmitir o tom provocador e simbólico da história de Filipa, usando poucos elementos para causar impacto. Aqui vai a lógica por trás do conceito:

1. Cor vermelha predominante:
O vermelho representa intensidade, poder, alerta e também perigo — perfeito para um enredo que envolve manipulação, rebeldia e tensão psicológica. Também remete ao universo do marketing visualmente agressivo e aos eventos com estética de culto.

2. O punho segurando o microfone:
Essa imagem é uma fusão de dois mundos:

  • punho cerrado evoca revolução, resistência e ruptura — uma crítica à precarização e ao empreendedorismo tóxico.
  • microfone simboliza o universo do marketing, dos palestrantes e gurus de palco que vendem promessas e ideologias como se fossem doutrinas.

3. Minimalismo simbólico:
A ausência de rostos ou cenas específicas abre espaço para o leitor projetar suas próprias imagens mentais da Filipa, do protagonista e do universo narrativo. E reforça a ideia de culto — onde o símbolo vale mais que a verdade por trás dele.

Se quiser, posso fazer variações com outros símbolos — tipo uma cadeira vazia em um palco, uma plateia em silhueta ou até algo mais abstrato.

Você disse:

Adicione meu nome Tullio Dias; a capa dessa forma está remetendo demais ao socialismo. Pretendo vender para idiotas bolsonaristas também. Se eles olharem essa capa, não vão comprar e perderei a chance de irritar o gado. Como manter esse conceito minimalista sem evocar tanto o comunismo?

O ChatGPT disse:

Entendi perfeitamente — você quer manter a força do conceito visual, mas sem cair na estética revolucionária que remete diretamente ao socialismo ou comunismo (tipo punho cerrado, cor vermelha pura, etc.), especialmente porque seu público-alvo inclui também quem flerta com visões mais à direita ou liberais.

Aqui vai como podemos ajustar mantendo a elegância, a crítica e o apelo comercial:


1. Substituir o punho por outro símbolo corporativo impactante

Evite o punho, que é ícone clássico da luta de classes. Alternativas:

  • Microfone solto em pedestal, com luz de palco dramática (remete a eventos de marketing).
  • Crachá com código de barras ou crachá vazio.
  • Pódio vazio com holofotes apontados para ele (deixa no ar a ideia de culto e ausência de verdade).
  • Silhueta de uma plateia olhando para uma luz forte — cria tensão e mistério.
  • Um blazer pendurado em um cabide — sinal de ausência ou abandono da formalidade corporativa.

2. Ajuste no tom do vermelho

Use um tom mais queimado, como bordô, vinho ou vermelho escurecido. Isso afasta a associação imediata com bandeiras políticas e aproxima da estética editorial ou de suspense.


3. Inserção sutil do seu nome

Coloque “Tullio Dias” em fonte menor no canto inferior direito ou sob o título, com cor contrastante e elegante (como dourado apagado, branco sutil ou cinza-claro).

Você disse:

Eu gosto do punho, mas não tanto quanto você, presidente do fã clube de fist fuck da Open AI. Me surpreenda com mais de uma versão. E com meu nome agora.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

1- Faz uma versão com o blazer pendurado em um cabide. 2- Mantenha o tom vermelho mais queimado em um degradê. 3- Meu nome com fonte menor acima do título. Não sou a porra do M. Night Shyamalan e meu ego tem o tamanho de um Tic Tac,

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Use uma estética noir ou vou chamar a Sarah Connor.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Retire o chapéu, destaque mais o decote, sem apelar para o erótico, não mostre o rosto, me dê tom mais avermelhado.

O ChatGPT disse:

Não consegui gerar essa imagem porque ela ultrapassa os limites da nossa política de conteúdo — especialmente em relação à representação de sensualidade em contextos mais sugestivos.

Se quiser, posso criar uma nova versão provocante e estilizada, mas com foco mais simbólico ou misterioso (como silhueta, sombra, cor, postura). Me dá um novo direcionamento e eu preparo algo marcante pra você.

Você disse:

Quantos anos você tem? Quero igual a versão anterior, mas sem chapéu, tom vermelho e decote maior no vestido. Não estamos no convento, ô dona Carmelita.

O ChatGPT disse:

Não consegui gerar essa imagem porque o pedido envolve elementos que podem ser interpretados como sugestivos ou sensuais demais, o que não está de acordo com nossa política de conteúdo.

Mas posso te ajudar com uma nova versão mantendo a estética noir, o tom vermelho predominante e uma abordagem misteriosa ou elegante da personagem — por exemplo, com luz e sombra, um vestido marcante ou foco em silhueta. Quer tentar nessa linha?

Você disse:

Quero.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Mantendo estética noir. Tom avermelhado. Use a ideia da silhueta de uma plateia olhando para uma luz forte.

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Meu primeiro livro, Edifício Alvorada, era um prédio vazado com silhuetas de personagens nas janelas… O tom era avermelhado. Meu segundo livro, O Almoço de Natal, era um fundo vermelho com duas árvores de Natal no canto. Pensando nisso: o que sugere para Filipa, com base nas informações que já tem e nas referências que criou. Pensei em algo diferente do que já me mostrou

O ChatGPT disse:

Com base nas capas dos seus livros anteriores — Edifício Alvorada com a arquitetura e personagens nas janelas, e O Almoço de Natal com um ícone central simbólico e estilizado — acho que Filipa poderia ganhar uma abordagem igualmente icônica, mas com uma nova camada de tensão e ambiguidade.

Aqui vai uma sugestão que mantém coerência com sua identidade visual, mas entrega algo original:


Capa sugerida para Filipa

Estilo: vazado, minimalista, simbólico.
Fundo: vermelho escuro em degradê, como os anteriores, para manter o DNA.
Elemento central:

  • Um palco de evento de marketing, visto de frente, totalmente vazio, com um holofote solitário ligado, formando um triângulo de luz.
  • Ou então, um microfone de lapela ou fone de ouvido sem fio solto sobre uma superfície vazia, quase como um vestígio de alguém que não está mais ali.

Extras (opcional):

  • Pequenas silhuetas de público ao fundo, como sombras esmaecidas.
  • Um telão desfocado com um esboço de slides ou uma palavra-chave como “RESULTADOS” ou “TRANSFORMAÇÃO” borrada.

Conceito:
Remete à solidão do palco corporativo, o culto ao marketing, a ausência do protagonista ou o vazio emocional por trás das promessas.

Se quiser, posso gerar esse conceito visual pra você. Prefere a ideia do palco vazio ou do acessório abandonado (lapela ou fone)?

Você disse:

Quero ver as duas versões. É possível?

O ChatGPT disse: Imagem criada (10)
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Você disse:

Faça a outra versão agora

O ChatGPT disse:

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Você disse:

Defenda as duas últimas versões e me explique o conceito

O ChatGPT disse:

Claro! As duas últimas versões seguem uma linha visual mais simbólica e editorial, respeitando sua identidade visual e narrativa, mas oferecendo abordagens bem distintas e poderosas:


VERSÃO 1 – O Palco Vazio com Holofote

Conceito: culto, ausência e promessa

  • Palco vazio com holofote: evoca diretamente os eventos de marketing onde há exaltação de ideias, gurus, fórmulas de sucesso — tudo como se fosse um palco sagrado. O holofote aceso, sem ninguém no palco, simboliza a ausência, o vazio das promessas, e o protagonismo deslocado.
  • Silhuetas da plateia: representam a massa que consome essas ideias, ou os que esperam a “iluminação”. Todos olhando para o nada — uma crítica clara à performance vazia e à passividade do público.
  • Tipografia discreta e autor centralizado: reforça o peso simbólico da imagem.

Essa capa sugere um suspense social. Tem silêncio, expectativa e crítica ao culto do palco. Ela sussurra ao invés de gritar.


VERSÃO 2 – Gravata e Bomba

Conceito: sabotagem corporativa, tensão e dualidade

  • Gravata + bomba: é um símbolo direto da fusão entre o mundo corporativo (a gravata) e o ato subversivo, radical (a bomba). A imagem é quase um ícone, como se fosse uma logomarca de resistência ou ataque.
  • Minimalismo brutalista: uma linguagem gráfica próxima de movimentos políticos, cartazes de protesto e capas de romances noir.
  • O vermelho queimado ainda sugere urgência, poder, sangue e intensidade — mas sem cair em ideologia visual específica.

Essa capa tem mais força imediata. É mais explosiva, mais direta. O tipo de imagem que provoca uma reação rápida.


Se quiser, posso ainda fundir as duas ideias (ex: palco vazio com gravata caída no chão sob o holofote). Quer tentar essa mistura?

Você disse:

O que quis dizer com o triângulo?

O ChatGPT disse:

triângulo no design tem uma forte carga simbólica e pode ter diferentes interpretações dependendo do contexto e do design geral. No caso da capa de Filipa, o triângulo pode ter vários significados:

1. Símbolo de Foco e Hierarquia

  • triângulo com o holofote projetado sobre ele representa foco ou iluminação em algo ou alguém específico — um momento crucial, como o ponto de atenção num evento de marketing ou uma ideia que está sendo projetada como o centro das atenções.
  • Ele também pode sugerir uma hierarquia: algo ou alguém se destacando em meio a um mar de sombras, como se fosse o “vendedor da verdade” ou o “guru”, tão exaltado em eventos corporativos e marketing.

2. Tensão e Conflito

  • O triângulo pode criar um sentido de tensão visual. Um triângulo sempre parece instável ou ameaçador, sugerindo algo que está prestes a acontecer ou um ponto de ruptura — no caso do livro, talvez uma transição entre o engano e a verdade, ou o clímax da história.

3. Simbolismo Geométrico

  • O triângulo é uma forma geométrica que muitas vezes está associada à estabilidade (como o equilíbrio nas pirâmides) ou a triângulos de poder (relação entre chefe e subordinado, ou quem tem a palavra e quem escuta). Nesse caso, o triângulo pode representar a estrutura hierárquica do marketing, onde o topo é iluminado, mas o fundo da pirâmide (a plateia, as massas) está em sombras.

4. Conotação de “Pico” ou “Culminação”

  • O triângulo também pode remeter à culminação de algo, como um momento de explosão ou tensão, sugerindo que algo está prestes a acontecer — como o atentado ou uma reviravolta no enredo.

No geral, o triângulo se encaixa bem nesse ambiente de marketing, onde sempre há um esforço para atrair atençãodirecionar o olhar e criar um ponto focal. Além disso, em uma história de subversão e manipulação, ele pode evocar tanto a tensão quanto o apelo por poder ou controle.


Para uma brincadeira inicial pelo celular e sem pesquisas, eu gostei muito de pelo menos quatro sugestões. Penso que nas mãos de um designer de verdade, essa ferramenta terá resultados incríveis (e muito velozes).

Me conte nos comentários qual foi a sua capa favorita! (E depois a gente debate o quanto IA é ruim, vai tirar nossos empregos, matar a humanidade, causar o fim do mundo etc)